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Skate na escola tradicional não se consolida com “projeto bonito”. Se conquista com método. Conduta, segurança, didática. Transformar desconfiança em integração real. Incluir e acolher alunos típicos e atípicos. Criar cultura formativa.
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Redes e vídeos curtos reprogramam o cérebro do atleta para alta novidade, baixo esforço e baixa latência. Resultado: foco frágil, baixa tolerância ao erro e treino contaminado. Solução: regras ambientais, triagem e reentrada.
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“Universidade, para quê?” (Darcy Ribeiro): entenda em minutos a tese, a missão da universidade e o choque contra a vaidade acadêmica. Se fizer sentido, leia o texto integral e tire suas próprias conclusões.
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Temporada 2026 não é prova de velocidade: é um Rally de Regularidade. Vence quem mantém ritmo, precisão e constância. Atleta pilota, treinador navega, pais sustentam a base. Nem antes, nem depois: no tempo certo.
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Um conto-manifesto que funde Nietzsche à Cultura Skateboard, onde bem-estar é intensidade, risco e criação. Zaratustra desliza como método filosófico: superar a inércia, afirmar o corpo em movimento e valorizar o “como ir”, não o destino.
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O Nietskatista é um personagem crítico criado por Frederico Manica, surgido nos anos 2000 a partir da cultura dos fanzines. Ele expõe contradições do skate mainstream, e defende a ética, a liberdade e os valores originais do skateboard.
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Atividades criativas para festas e gincanas de skate: jogos leves, desafios motores, artes na lixa, mini-ramps, rap, caça ao tesouro, desfile das eras, oficinas sonoras, estações lúdicas, mural das quedas, rituais de conquista que celebram a cultura.
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Pepê, menino sem casa que virou guardião da pista, ensinou skate antes de ter escola ou futuro. Sua vida e morte revelam a ausência do Estado e inspirou o Método A e a ABC do Skate Brasil, criando educação onde o Brasil só ofereceu abandono.
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Adolescência ferida, exclusão e dor moldam a tensão entre entorpecimento e criação. Bukowski mostra que traumas viram estilo e que genialidade não nasce de embalagens: skatistas, artistas e eruditos podem imitar, mas só o autêntico cria.
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Um drop quase fatal revela o limite entre vida e morte. O skatista vê seu corpo no asfalto e sua alma suspensa, guiada pelo Anjo da Impermanência, que promete reencontro. Ele retorna ao corpo como quem renasce: cada descida é amor, queda e novo início.
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Manifesto de Guto Jimenez sobre Skate & Música: das garagens dos anos 1970 ao skate punk, ele mostra como o skate é vanguarda sonora e contracultura – e questiona se, na era das playlists prontas, o skatista ainda desbrava novos sons.
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O Circuito Lúdico organiza a diversidade das turmas por meio de estações que unem movimento, criatividade e convivência. Ele desenvolve coordenação, atenção, confiança e cooperação, formando a base para o Circuito Técnico.
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Testemunho visceral. Ilzeli Confessor: 65 anos de quedas e superações transformadas em fé sobre rodas. Um hino à persistência, à coragem e à essência do skate — cair, levantar e continuar, com joelhos funcionando, alma e verdade.
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Entre a poeira das lombas e o brilho do asfalto, Fábio Branco revisita Viamão de 1989, onde o skate era resistência e irmandade. Uma crônica real, feita de suor, amizade e liberdade — o simples e eterno ato de andar.
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Sergipe fez do skate uma escola de vida — das ruas aos projetos da ABC do Skate, unindo esporte, cultura e transformação social.
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