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Garopaba/SC
Dachronic Skate Shop: o HUB do skate em Garopaba
Em Garopaba, a Dachronic Skate Shop não é “só uma loja”: ela funciona como o HUB de quem quer saber onde TUDO acontece. Há + de 8 anos na cidade, a Dachronic acompanhou fases inteiras da evolução do skateboard local, esteve junto no sugimento das primeiras escolas de skate, e ajudou a sustentar a cena desde quando não existiam skateshops por perto — era época de depender de surf shops que tinham algumas peças, quase sempre com pouca variedade e pouca orientação específica.
A Dachronic virou base de gerações porque fez o principal: serviu ao skate de verdade. Apoio efetivo a skatistas, parceria com eventos, divulgação e valorização das atividades de professores, construção das pontes efetivas e atenção constante ao que a comunidade precisa. E esse papel é reforçado por um diferencial decisivo: quem trabalha ali é do skate — skatistas e instrutores, gente que entende de uso real, montagem, progressão, segurança e contexto das pistas e suas peculiaridades.
Mesmo sem precisar comprar nada: chegue lá
Aqui está a verdade que pouca gente encara: se você só entra numa skateshop quando “precisa de peça”, você está tratando skate como consumo. E perde o melhor que um HUB oferece: direção, contexto e conexão.
Chegar na Dachronic “sem estar precisando” você:
se atualiza sobre pistas e spots (e como chegar/andar melhor);
conecta com professores e gente que realmente movimenta a cena;
recebe orientação honesta sobre equipamento, proteção e montagem (sem papo furado);
fortalece quem fez o skate acontecer quando ainda não havia nada estruturado.
HUB existe para encurtar o caminho do iniciante e dar consistência para quem já anda — e isso é exatamente o que a Dachronic representa dentro do ecossistema local.
Tudo para todas as idades e estilos — com custo-benefício de verdade
E claro: como skateshop, a Dachronic entrega o que o skatista precisa, do começo ao avançado. Equipamentos de proteção para iniciantes, skates de alta qualidade e diversidade de componentes para quem busca do básico ao alto rendimento:: rodas, shapes, rolamentos, lixas, trucks e muito mais — com atenção em manter estoque e variedade para você não ficar refém do “tem isso ou nada”.
O diferencial insubstituível: marca própria
E tem um ponto que coloca a Dachronic em outro patamar: marca própria. Com destaque para as famosas calças da marca - perfeitas para andar, resistentes e confortáveis, e perfeitas para vestir em qualquer ambiente, além das camisetas e moletons que são ícones da região,, com confecção diferenciada e identidade própria — não é “camiseta de vitrine”, é peça feita para quem não abre mão de estilo, durabilidade, exclusividade. E é claro, preço justo!
Dachronic Hub Garopaba
Se você quer atendimento atencioso e, principalmente, quer estar conectado com a cultura real, a Dachronic é parada obrigatória. Mesmo que você não compre nada hoje, chegar lá te coloca no eixo: você sai com mapa, direção, gente, e um pedaço do que sustenta a cena.
O skate em Garopaba não cresceu por milagre. Cresceu porque teve quem segurasse cena, quando tudo era promessa, vontade e muito amor ao skateboard — e HUB de verdade é isso: fazer a cultura acontecer, fazer a cena evoluir!
http://www.dachronicgaropaba.com.br/
Shape — o coração do setup
O shape é a prancha do skate: a base onde tudo acontece. Ele define boa parte da sensação do rolê, da estabilidade, da resposta nas manobras e do controle em diferentes terrenos. No geral, os shapes variam por largura, comprimento, wheelbase (distância entre os parafusos dos eixos), concave (curvatura) e formato do nose/tail.
O que considerar ao escolher:
Largura (ex.: 7.75, 8.0, 8.25, 8.5+)
Mais estreito tende a ser mais leve e ágil; mais largo costuma dar mais estabilidade e conforto, especialmente em transições, bowls e para quem gosta de base firme.
Concave (baixo / médio / alto)
Muda o “encaixe” do pé e a resposta do pop. Concave alto dá mais trava e resposta; baixo é mais “solto” e confortável para alguns estilos.
Wheelbase - u-base - distância entre eixos
Afeta estabilidade e curva: wheelbase maior tende a ser mais estável; menor tende a girar mais rápido e responder mais “nervoso”.
Nose e tail
Nose maior facilita controle, flips e direção; tail e ângulos influenciam pop e precisão.
Construção e qualidade
A maioria dos shapes é feita em 7 lâminas de maple (o padrão mais comum), com variações de prensagem, cola e acabamento que impactam durabilidade e “pop” mas existem variações e ótimas opções em marfim
Se você não sabe por onde começar, uma boa regra é: escolha a largura que se encaixa no seu estilo e no que você anda (street, park, bowl, crusing), e depois ajuste concave/wheelbase conforme sua preferência.
Rodas de skate — onde o skate encontra o chão
As rodas definem boa parte do “feeling” do rolê: velocidade, grip (aderência), controle nas curvas, absorção de impacto e suavidade em diferentes tipos de piso. Elas variam principalmente por diâmetro, dureza (durometer), largura/contato com o chão e formato.
O que considerar ao escolher:
Diâmetro (mm)
50–53mm: mais leves e ágeis, comuns no street e em pistas lisas; aceleram rápido, mas sentem mais o chão ruim.
54–58mm: equilíbrio para street/park; ganham velocidade e rodam melhor em transições.
58mm+: mais velocidade e estabilidade, boas para bowls/vert e terrenos que pedem rolagem longa.
Dureza (A / B)
99A–101A (mais duras): rolam rápido em piso liso, deslizam melhor em slides; sentem mais vibração no asfalto ruim.
92A–97A (intermediárias): compromisso entre conforto e performance; muito usadas por quem anda em rua variada.
78A–90A (mais macias): mais conforto e grip, ótimas para asfalto irregular e cruising; menos indicadas para slides técnicos.
Formato e “contact patch” (área de contato)
Rodas com mais área de contato tendem a ter mais grip e estabilidade; com menos área, ficam mais soltas e facilitam slides. O formato do “lábio” (edge) também muda: borda mais reta costuma segurar mais; borda arredondada costuma soltar mais.
Tipo de rolê e terreno
A escolha ideal depende de onde você anda: piso liso de pista, rua irregular, bowl/transition, ou um pouco de tudo. Rodas certas reduzem cansaço e aumentam controle.
Se você está em dúvida, a regra prática é simples: quanto pior o chão, mais vale buscar rodas um pouco maiores e/ou mais macias; quanto mais lisa a pista e mais técnico o role, mais faz sentido roda menor e mais dura.
Rolamentos — o motor silencioso do skate
Os rolamentos são as peças que ficam dentro das rodas e permitem que elas girem com eficiência. Eles influenciam diretamente velocidade, fluidez, esforço para manter embalo e até o quanto seu skate “aguenta” areia, água e sujeira (dependendo do cuidado e do tipo de proteção do rolamento).
O que considerar ao escolher
Padrão (tamanho)
Quase todo skate usa rolamento padrão 608 (o mais comum no mundo do skate). Isso significa que, em geral, qualquer rolamento de skate serve em qualquer roda de skate (salvo exceções bem específicas).
Blindagem
Shield (escudo metálico ou borracha): protege contra poeira/sujeira.
Borracha removível costuma facilitar limpeza e manutenção.
Blindagem melhor não te deixa “mais profissional” — te deixa menos refém de rolamento travando.
Precisão e a confusão do “ABEC”
Muita gente compra rolamento pela sigla ABEC, achando que é “nota de velocidade”. Ponto cego clássico: ABEC é um padrão industrial de tolerância, pensado para máquinas, e não mede coisas cruciais do skate como resistência a impacto lateral, sujeira e uso real na rua. No skate, marca confiável + construção + blindagem + manutenção valem mais do que “ABEC alto”.
(Sim: ABEC pode aparecer em rolamentos, mas não é o melhor critério para decidir.)
Manutenção (o que realmente decide a vida útil)
Rolamento sofre com água, areia e pó fino. Manter limpo e seco é o que mais preserva o giro. Um rolamento bom, mal cuidado, vira ruim rápido; um rolamento decente, bem cuidado, dura muito.
Para quem é cada “tipo”
Iniciante / uso geral: confiável, boa proteção, giro consistente.
Street pesado / chão sujo: blindagem e durabilidade importam mais do que “girar solto no dedo”.
Pista lisa / performance: rolagem mais livre, manutenção mais frequente.
Trucks — direção, estabilidade e “personalidade” do skate
Os trucks são o “eixo + direção” do skate: a peça que conecta as rodas ao shape e define como o skate vira, como aterrissa e como responde nas curvas, manobras e transições. Um setup pode ter shape e roda ótimos, mas se o truck estiver errado pro seu estilo, o skate fica instável, duro demais ou “solto demais”.
O que considerar ao escolher
Largura do truck (tamanho)
O principal é combinar a largura do truck com a largura do shape. Regra prática: o eixo (axle) deve ficar próximo da largura do shape, pra manter equilíbrio e controle.
Shapes mais estreitos tendem a casar com trucks menores
Shapes mais largos pedem trucks mais largos
Altura do truck (low / mid / high)
A altura muda o comportamento e a escolha de roda:
Low (baixo): mais estável e “rente ao chão”, bom pra street técnico e flips; normalmente combina melhor com rodas menores.
Mid (médio): equilíbrio geral (street + park).
High (alto): mais espaço pra rodas maiores, mais “alavanca” pra curvas e transições; muito usado em bowls/transition.
Buchas (bushings) e ajuste
As buchas são o “amortecedor” da direção. Elas definem se o truck vira mais solto (curva fácil) ou mais firme (estável em velocidade). Apertar o kingpin muda a sensação, mas bucha errada não se resolve só apertando.
Wheelbite e risers
Se a roda encostar no shape ao virar (wheelbite), o skate pode travar. Isso depende de altura do truck, tamanho da roda, concave do shape e ajuste das buchas. Em alguns casos, um riser pad resolve.
Material e durabilidade
Trucks aguentam impacto, torção e pancada. O que importa na prática: construção consistente, geometria boa e resistência, mais do que “brilho” ou marketing.
Para quem é o quê
Street técnico: trucks mais baixos/médios, resposta rápida, estabilidade pra flip e corrimão.
Park e geral: altura média, equilíbrio entre curva e estabilidade.
Bowl/transition e velocidade: trucks mais altos e/ou mais estáveis, com espaço pra rodas maiores e curva fluida.
Tênis de skate — sua “interface” com o shape
O tênis é, na prática, a peça que mais influencia controle, sensibilidade, segurança e consistência no skate. É ele que faz a ponte entre seu corpo e o shape: como você sente o concave, como trava o pé, como absorve impacto e como mantém a passada firme depois de horas de sessão.
O que considerar ao escolher
Solado (grip + durabilidade)
O solado precisa entregar aderência previsível e não “morrer” rápido.
Vulcanizado (vulc): mais sensível e flexível, ótimo pra sentir o shape e ajustar manobras finas.
Copa (cupsole): mais estruturado e resistente, costuma absorver mais impacto e durar mais no uso pesado.
Cabedal (material)
Camurça/suede: geralmente é o melhor equilíbrio entre resistência ao atrito e controle.
Lona/canvas: mais leve e ventilada, mas costuma gastar mais rápido em áreas de atrito.
Muitos modelos reforçam as zonas críticas (ollie/toe) com camadas extras.
Proteção de impacto
Se você anda muito escada, gap, transição ou passa muito tempo na pista, vale olhar para:
palmilha com amortecimento
colarinho (ankle) com suporte
estrutura do calcanhar (estabilidade)
Formato e “feeling”
Tênis mais “finos” dão mais leitura do shape; tênis mais “estruturados” dão mais estabilidade e proteção. O melhor é o que combina com seu tipo de rolê e com o jeito que você pisa.
Para quem é o quê (bem direto)
Street técnico e controle fino: mais sensível (muitas vezes vulc), com boa camurça na área do ollie.
Uso pesado / impacto / transição: mais estruturado (muitas vezes cupsole), com amortecimento e suporte.
Iniciante: priorize grip + conforto + durabilidade; tênis que machuca ou escorrega atrapalha evolução.
Um ponto cego comum (que custa caro)
Muita gente compra tênis “bonito” e chama de tênis de skate. Só que skate destrói cabedal e torce solado. Tênis de skate bom não é luxo: é consistência e segurança. Se você economiza errado aqui, paga depois em desconforto, falta de controle e desgaste rápido.
Lixas (grip tape) — controle, segurança e resposta do skate
A lixa (grip tape) é a camada áspera colada no topo do shape. Ela é o que garante aderência do tênis, melhora o controle do pé, dá consistência no pop e reduz escorregões — ou seja: é um item pequeno, mas que decide muita coisa no desempenho e na segurança.
O que considerar ao escolher
Aderência (agressiva vs. moderada)
Mais agressiva: trava mais o pé, ajuda em manobras técnicas e controle fino; costuma “comer” mais o tênis.
Mais moderada: ainda segura bem, mas é mais amigável para o tênis e para quem curte sensação menos “travada”.
Durabilidade
Lixa boa segura sessão atrás de sessão sem “alisar” rápido. No uso real, o que destrói lixa é umidade, sujeira fina, atrito constante e também a qualidade da cola.
Recorte e aplicação
Uma aplicação bem feita evita bolhas e bordas levantando. Recorte limpo e pressão uniforme fazem a lixa durar muito mais (e o skate fica com cara de cuidado, não de improviso).
Estética (preta, colorida, estampada, recortes)
Lixa também é identidade: dá pra manter o clássico (preta) ou usar estampas/cores e recortes pra marcar o estilo — sem sacrificar desempenho, desde que seja material de qualidade.
Para quem é o quê (bem direto)
Iniciante: prefira uma lixa que dê boa aderência sem exagero, pra ganhar confiança e evitar escorregão.
Street técnico: muitos preferem lixa mais agressiva pelo controle em flips e precisão do pé.
Park/transition e rolê longo: dá pra equilibrar aderência e conforto, pensando também na durabilidade.
Skates completos — prontos para andar, ou montados sob medida
O skate completo é o setup montado e regulado para você chegar e sair andando: shape + trucks + rodas + rolamentos + lixa + parafusos. A diferença entre um skate “qualquer” e um skate bom não é só a marca — é a compatibilidade entre as peças e o quanto o conjunto combina com seu peso, nível e tipo de rolê.
Modelos montados prontos (praticidade sem erro)
A loja conta com modelos completos já montados, pensados para perfis diferentes: do iniciante que precisa de estabilidade e segurança, até quem já anda e quer um skate confiável para street ou pista. É a opção ideal para quem quer começar hoje, sem se perder em detalhes técnicos.
Montagem sob medida (custom peça por peça)
Se você quer o skate do seu jeito, dá para montar sob medida, customizando detalhe por detalhe:
Shape (largura, concave, wheelbase, formato)
Trucks (tamanho/altura e tipo de bucha)
Rodas (diâmetro e dureza conforme terreno)
Rolamentos (proteção, durabilidade e manutenção)
Lixa (mais agressiva ou mais “amiga do tênis”, com recortes/estilo)
Isso é importante porque um setup bem escolhido deixa o skate mais controlável, mais seguro, mais durável e acelera sua evolução — principalmente para quem está começando ou voltando a andar.
Para você não cair no barato que sai caro
“Skate completo” de baixa qualidade costuma falhar onde mais importa: truck impreciso, rolamento fraco, roda que não conversa com o chão e shape sem consistência. Montagem certa não é frescura: é economia e evolução!
Vestuário Dachronic — completo, exclusivo e feito pra aguentar skate, feito para representar você onde você for, daquele jeito!
Vestuário de skate tem que aguentar sessão, segurar o tranco do cotidiano, e ainda manter estilo. É exatamente aqui que entra o setor de Vestuário Dachronic: uma linha completa e EXCLUSIVA, pensada para quem vive a cultura — na rua, na pista e fora dela.
O destaque absoluto: calças
As calças Dachronic são aquele tipo de peça que você percebe no primeiro uso: caimento certo, conforto real (movimento livre) e resistência para o atrito do skate e a rotina. É roupa feita para funcionar — e para você mostrar a que veio! Um case dentro do nosso portfólio que já virou marca registrada, as calças Dachronic, quem já usou, não fica sem elas, para todas as ocasiões!
Camisetas e moletons: acabamento primoroso, conforto e durabilidade
Camisetas com construção caprichada e pegada firme: vestem bem, seguram lavagens e mantêm presença.
Moletons para quem quer conforto sem perder identidade: quentes na medida, com sensação de peça sólida, feita para durar.
Exclusivo é isso: identidade que não dá pra copiar
A diferença da marca própria é simples: você não está comprando “mais do mesmo” com etiqueta. Você está pegando uma peça com linguagem de cena, feita com critério de uso — e isso aparece no toque, no corte, na durabilidade e no visual.
Professor Sênior e Docente da ABC do Skate Brasil, especialista em Circuitos Técnicos, Gestos e Gestuais. Árbitro licenciado da CBSK. Skatista dos anos 80, local da SubPista de Pelotas, professor de skate desde 1995. Desenvolve os LABS - Air Labs, Board Labs e Speed Labs.
Técnico do Alto Rendimento Skateboard de Itapema - SC
Docente da ABC do Skate Brasil, Especialista em Circuitos Lúdicos, Desenvolvedor da Metodologia A, atende todas as idades.
VER PROFISSIONAL
Profissional de skate confederada pela CBSK.
Hexa- Campeã Brasileira de Skate Velocidade, vice-campeã do mundo e sulamericana.
Professora de skate com 8 anos de experiência, instrutora de yoga e educadora física em formação. Formada como instrutora de skate pela Federação Paulista.
Atende todas as idades.
