Autonomia
Não existe controle remoto. É preciso experimentar, decidir, ajustar, tentar novamente e encontrar a própria maneira de fazer.
Não queremos um mundo inteiro andando de skate. Queremos que o melhor que o skateboard aprendeu circule pelo mundo.
O skateboard saiu das ruas, entrou nas pistas, chegou às escolas e atravessou universidades. Encontrou a fotografia, o cinema, a música, o grafite, o design e a arquitetura. Criou negócios, formou professores, produziu atletas e aproximou famílias.
Não existe controle remoto. É preciso experimentar, decidir, ajustar, tentar novamente e encontrar a própria maneira de fazer.
Estilo não deveria ser uniforme. Cada pessoa pode construir sua própria relação com o movimento, a estética e a cultura.
Crianças, adultos, iniciantes, competidores, artistas e professores compartilham o mesmo universo sem precisar desejar as mesmas coisas.
Uma manobra pode levar à física, uma pista à arquitetura, uma fotografia à arte e uma associação à cidadania.
Educação, cidades, projetos sociais, empresas, escolas, universidades e pessoas que nunca imaginaram subir em um skate podem encontrar nele uma parte importante de suas vidas.
Uma cultura que estimula experimentação, pertencimento e novas formas de ocupar os espaços.
Cidades e projetos podem aprender com sua autonomia, criatividade e capacidade de criar comunidade.
A Central do Skate reúne caminhos para tornar pessoas, lugares e oportunidades mais encontráveis:
Não para substituir pistas, comunidades, escolas, atletas ou profissionais. Para ajudar tudo isso a se encontrar, preservar conhecimento, registrar memória, compartilhar formação e aproximar oportunidades.